Gerenciador de webhook
setWebhook com token secreto, allowed_updates, max_connections, IP fixo e certificado autoassinado. Exclua o webhook ou descarte atualizações pendentes com segurança.
Grátis · Código aberto · Bot API 10.3
Configure, verifique e exclua o webhook do seu bot, edite comandos, nome, descrição, avatar, botão de menu e permissões de administrador — sem escrever código nem rodar scripts.
O nome e as descrições podem ser definidos separadamente para cada idioma do usuário. “Todos os idiomas” é o valor padrão.
Os comandos aparecem no botão Menu e ao digitar “/”. Você pode definir listas diferentes para cada escopo e idioma.
Permissões sugeridas aos usuários quando adicionam o bot como administrador. Eles ainda podem alterá-las antes de confirmar.
Último resultado de cada método get* chamado nesta sessão.
Últimas 100 requisições. O token do bot nunca é exibido; tokens secretos são ocultados.
setWebhook com token secreto, allowed_updates, max_connections, IP fixo e certificado autoassinado. Exclua o webhook ou descarte atualizações pendentes com segurança.
Atualizações pendentes, último erro de entrega e erros de sincronização no seu fuso horário — com dicas para SSL, DNS, timeouts e erros HTTP.
Edite setMyCommands como texto simples com validação, por escopo (chats privados, grupos, admins, um chat) e por idioma.
Nome, descrição curta e descrição do bot em qualquer idioma. Envie ou remova uma foto ou avatar em vídeo.
Alterne o botão de menu entre os comandos e seu Mini App (Web App), para todos os chats ou para um só.
Permissões de administrador padrão para grupos e canais, incluindo as mais novas da Bot API 10.3.
Respostas JSON brutas, registro de requisições e um comando curl pronto para copiar em cada ação.
English, Русский, Español, Português e 简体中文. Temas claro e escuro, funciona no celular.
api.telegram.org (ou para o servidor de API que você escolher).A página é totalmente estática e não tem backend. O token é usado só no seu navegador para chamar a Telegram Bot API e não é enviado para nenhum outro lugar. Você pode auditar o código aberto ou rodar sua própria cópia. Se achar que o token vazou, revogue-o no @BotFather → /revoke.
Conecte o bot e abra a aba Webhook. Ela chama getWebhookInfo e mostra a URL, o número de atualizações pendentes e o último erro de entrega com o horário e uma dica para corrigi-lo.
Abra Webhook → Zona de perigo → Excluir webhook. Se quiser, descarte as atualizações pendentes. Depois disso o bot pode receber atualizações com getUpdates (long polling) — caso contrário o Telegram responde “409 Conflict: can't use getUpdates method while webhook is active”.
O Telegram não consegue entregar as atualizações ao seu webhook. Veja o último erro: problemas de SSL, erros de DNS, timeouts ou HTTP 4xx/5xx do seu servidor. Corrija o servidor e, se quiser, descarte a fila.
A lista de tipos de atualização que o bot recebe. Por padrão chega tudo, exceto chat_member, message_reaction e message_reaction_count. Para recebê-los, escolha os tipos explicitamente.
Sim. Na aba Comandos escolha um escopo (todos os chats privados, todos os grupos, administradores, um chat ou membro específico) e um idioma. O Telegram mostra a cada usuário a lista mais específica.
Sua rede, uma extensão do navegador ou seu país pode bloquear api.telegram.org. Abra “Avançado: servidor da API” e use seu próprio proxy (há um modelo gratuito para Cloudflare Workers no repositório) ou um servidor Bot API local.
Sim, é grátis e tem licença MIT. Faça um fork do repositório e ative o GitHub Pages, ou rode npm run build e envie a pasta dist para qualquer hospedagem estática.